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PERDIDOS DE AMOR

telenovela da TV Plus/ BAND - 1996/97 Claudio Lins e Cecilia Rangel Cecilia Rangel e Paulo Figueiredo Paulo Guarnieri e Cecilia Rangel Cecilia Rangel e Susana Faini Cecilia Rangel e Christine Fernandes Totia Meireles e Cecilia Rangel Cecilia Rangel, Alan Pontes e Jonas Bloch Ricardo Bruno e Cecilia Rangel Cecilia Rangel e Camila Farias

SÍTIO DO PICAPAU AMARELO

Programa TV Globo - 2001 Dhu Moraes e Cecilia Rangel Nicette Bruno e Cecilia Rangel   Sonia Telles Cecilia Rangel, Lara Rodrigues, César Cardadeiro, Isabelle Drumond Cândido Damm, Cecilia Rangel, Cassiano Carneiro Ary Fontoura, Cecilia Rangel e José Augusto Branco

PEEP SHOW

Musical de Maurício Moraes e Marcos Botassi Café Teatro Arena - 1998 Cecilia Rangel Cecilia Rangel e Dhu Moraes Cecilia Rangel e Tanah Corrêa Cecilia Rangel, Priscila Costa e Maria Salvadora Eliete Cigarini e Cecilia Rangel Cecilia Rangel e Antoune Nakle  

QORPO SANTO - O DELÍRIO DA CRIAÇÃO

direção e adaptação teatral sobre obra de  José Joaquim de Campos Leão (Qorpo Santo)  Kitty Purpo e Cecilia Rangel Teatro do Planetário (atual Teatro Maria Clara Machado) - Rio de Janeiro - 1988 nas portas: Cecilia Rangel, Filomena Mancuzo, Anelisa Al'San, Kitty Purpo; atrás: Hiran Costa Jr. à frente: Carlos Viegas, Célia Grespan, Flávio Cajan sentado à frente: Eugênio Bretas Teatro 7 de Abril - Pelotas (RS) - 1987 Carlos Viegas, Flávio Cajan, Cecilia Rangel e Filomena Mancuzo camarim do Teatro Clara Nunes - Belo Horizonte (MG) - 1988

O TABLADO

GOOD-BYE, ANARCO-SINDICALISTAS DO BRASIL E OUTRAS ESTÓRIAS... turma de Bernardo Jablonski - 1982/83 Felipe Camargo e Cecilia Rangel  Iza do Eirado, Volney Vasconcellos, Cecilia Rangel, Felipe Camargo, Gilbran Chalita, Beth Magalhães, Rogério Fabiano, Luciano Sabino, Carlos Löffler

CHAPETUBA FUTEBOL CLUBE

de Oduvaldo Vianna Filho; direção de Roberto Bontempo Teatro Ipanema - 1983 (fotos Marisa Furtado)  Paulo Pontviani e Cecilia Rangel Paulo Pontviani, Roney Vilella, Vagmer Vaz, Gedivan Albuquerque, Rogério Fabiano, Carlos Löffler, Cecilia Rangel, Marcos Palmeira, Volney Vasconcellos Roberto Bontempo

A UTOPIA DO ATOR

Há uma definição genial do diretor Antônio Abujamra sobre o que é ser ator: "O ator dá um passo adiante, o teatro dá dois; o ator dá dois passos adiante, o teatro dá quatro. Ser ator é isso: correr incansavelmente para alcançar o inalcançável." Talvez, por isso, esta seja uma das mais desafiadoras profissões. Cada passada que o ator dá na intenção de alcançar as dimensões atingidas pelo teatro através dos tempos significa um tanto de emoções provocadas vir à tona, muitas vezes de forma e intensidade assustadoras; experimentações psíquicas chafurdadoras de conteúdos pessoais muito íntimos; rompimento de conceitos e preconceitos, bênçãos, credos, perfis familiares, valores éticos e culturais; reaprendizado na maneira de relacionar-se com o corpo, o seu e o do colega; etc. etc. etc. Tudo isso o ator vive na sua própria carne, mexendo no seu cerne. Isso porque É ATOR QUEM ATUA. Atuar é agir, é provocar mudanças, é desmanchar o que está pronto. Caso contrário, nã...