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GILBERTO GIL

No fim de semana passado tirei o domingo para visitar de uma vez só a duas exposições sobre a carreira de duas importantes figuras da cultura popular brasileira.  Primeiro, no Centro Cultural dos Correios, passei pela exposição que homenageia os 70 anos de idade de Gilberto Passos Gil Moreira, mais conhecido como Gilberto Gil, ou simplesmente Gil  -  este baiano de musicalidade altamente plural e refinada, poeta dos mais contundentes, de linguajar peculiar, e visão holística, quântica, do mundo, da Vida.   Tarefa difícil resumir em quatro ou cinco salas a obra e as ideias de um ser humano artisticamente irrequieto, intelectualmente rico, como Gil. Eu, que sou sua fã desde a mais tenra idade e, desde lá, acompanho sua carreira, possuindo grande parte do que ele gravou, saí de lá com um sentimento de que ainda faltava muita coisa a ser vista, principalmente ouvida. Talvez seja somente um sentimento tolo, a mera impressão de uma fã insaciável...

ELIS REGINA

Depois, no Centro Cultural do Banco do Brasil, uma magnífica exposição sobre Elis Regina. Nem sei se eu sei falar de Elis, tamanha é a minha relação com ela e o que ela representa pra mim, em termos de música. Muito se fala nas transformações que trouxeram a Bossa Nova, o Tropicalismo, até mesmo a Jovem-Guarda, nem discuto isso. O que eu quero alertar é que Elis Regina foi também, ela própria, sozinha, um "movimento" de transformação da MPB. Ela mudou tudo e, da maneira como mudou, somente ela conseguiu ir adiante daquela forma. Elis mudou o jeito de cantar, o jeito de se apresentar no palco, o jeito de ler e interpretar música, acrescentando-lhe um novo elemento: a teatralidade. Cada álbum e cada show de Elis Regina constituia uma ideia, a concepção de um todo, tal e qual uma peça de teatro. Esta especialidade do seu trabalho chega ao auge em "Falso Brilhante", onde ela exibe sua verve de atriz em um espetáculo que misturava elementos de todos os estilos te...

OS FODIDOS PRIVILEGIADOS

Companhia de teatro carioca fundada em 1991 pelo diretor e ator Antonio Abujamra. Atual diretor artístico João Fonseca. (fotos de Carlos Verdini Clare) Uma Festa Privilegiada   Teatro Dulcina - Rio de Janeiro - 2011 ensaio - Teatro Dulcina  ensaio - Teatro Dulcina programa do espetáculo A Vida Não Tem Roteiro Teatro Dulcina - 1996 Cecilia Rangel

INFINITO

O infinito só é possível pela morte de todas as coisas. A morte, como fim do declínio,  permite o nascimento de um novo ciclo que dá continuidade à infinitude. Esta rotina infinita rompe a rotina daquilo que já cansou e não se recria mais. Sem ela o infinito seria insuportável.   A saúde, a jovialidade, residem na capacidade de se recriar infinitamente. Cada fim é o início de um novo começo, sempre, infinitamente, todos os dias, todos as horas, a todo átimo de segundo do tempo infinito ... Cecilia Rangel - 8 de setembro de 2012

COGUMELOS TÊM PARTE COM O DIABO

espetáculo teatral dirigido por Flávio de Campos diretor assistente Chico Soares produção musical Chico Rota e Cecilia Rangel / preparação corporal e coreografias Georgia Goldfarb  Teatro Cawell - Rio de Janeiro - 1985 (fotos de Silvio Pozatto) Cecilia Rangel Cecilia Rangel, Dabson Dornelles, Luciene Sant'Ana, Georgia Goldfarb, Chico Soares e Maurício Bueno  Dabson Dornelles e Cecila Rangel Dabson Dornelles e Cecilia Rangel Cecilia Rangel e Dabson Dornelles Dabson Dornelles e Cecilia Rangel Maurício Bueno, Cecilia Rangel, Dabson Dornelles e Luciene Sant'Ana

BAMBULUÁ

Seriado da TV Globo - 2000 Zilka Salaberry e Cecilia Rangel   Jefferson Nascimento, Bernardo Marinho,  Camille Moritz, Cecilia Rangel, Nathália França, Louise Peres, Sérgio Vieira, Yuri Jaimovich

PERDIDOS DE AMOR

telenovela da TV Plus/ BAND - 1996/97 Claudio Lins e Cecilia Rangel Cecilia Rangel e Paulo Figueiredo Paulo Guarnieri e Cecilia Rangel Cecilia Rangel e Susana Faini Cecilia Rangel e Christine Fernandes Totia Meireles e Cecilia Rangel Cecilia Rangel, Alan Pontes e Jonas Bloch Ricardo Bruno e Cecilia Rangel Cecilia Rangel e Camila Farias