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SOBRE O DIA DO LIVRO

O pior cego é o que não quer ler. CECILIA RANGEL (23 de abril de 2010)

MENSAGEM ECOLÓGICA 2

MENSAGEM ECOLÓGICA 1

Sapos não foram feitos...   ... para serem engolidos !!!

E COMO DIRIA...

Tantos anos o país se descuidou do meio ambiente que, agora, se quiser salvar alguma coisa, vai ter que tratar do ambiente inteiro." MILLÔR FERNANDES

SOBRE TODAS AS COISAS

VOCÊ AINDA TEM PRA ONDE CORRER, MAS... E A ÁGUA? Prefeito nosso, que está no Palácio, comprometa o seu nome, pois o Rio é o seu reino, prove a nós a sua autoridade assim na chuva como no sol. O lixo que jogamos nas ruas todos os dias mande limpar hoje, perdoe a violência com que tratamos a nossa cidade assim como nós perdoamos o seu IPTU.   Não nos deixe desabrigados  e nos livre de todo o lamaçal! A coisa pública é o resultado do conjunto das ações privadas, minhas, suas e deles, eleitores e eleitos! CECILIA RANGEL (06 de abril de 2010)

O DIREITO DE IR E VIM (VIM?)

Ao contrário do que meia dúzia de intelectuais pensa, VIM não é uma antiga marca de produto de limpeza, também deixou de ser a mera conjugação na Primeira Pessoa do Singular do Presente do Indicativo (Ô nome comprido dos diabos!) do verbo VIR, este sumariamente eliminado do vocabulário brazuca (como chamam a nós, os patrícios). O brasileiro, que internou a língua portuguesa numas dessas clínicas que ganham dinheiro da Previdência pra maltratar velhinhos, aproveitou-se de sua ausência pra matar o verbo VIR. Agora ninguém mais vai vir, como se vai comer, beber e, de vez em quando, até amar. De jeito nenhum! Agora eu, tu, ele, nós, vós, eles, todo mundo vai VIM. Quer dizer, eu não! Me tira dessa, que eu não estou aqui pra promover a morte de ninguém! Eu fico até condoída de ver apresentadores de televisão, jornalistas, médicos, advogados e, pasmem, também professores perguntarem: _ Você vai VIM? Este negócio me deixa realmente inconsolável. Por que f...

CERTAS CANÇÕES QUE OUÇO...

...CABEM TÃO DENTRO DE MIM, QUE PERGUNTAR CARECE: COMO NÃO FUI EU QUE FIZ? VEVECO, PANELAS E CANELAS (Milton Nascimento e Fernando Brant) "Eu não tenho compromisso, eu sou biscateiro que leva a Vida como um rio desce para o mar, fluindo naturalmente como deve ser, não tenho hora de partir nem hora de chegar. Hoje estou de bem com a Vida, estou no meu caminho, respiro com mais energia o ar do meu país. Eu invento coisas e não paro de sonhar. Sonhar já é alguma coisa a mais que não sonhar. Para quem não me conhece, eu sou brasileiro, um povo que ainda guarda a marca interior. Para quem não me conhece, eu sou assim mesmo, de um povo que ainda olha com pudor, que ainda vive com pudor. Queria fazer agora uma canção alegre, brincando com palavras simples boas de cantar: luz de vela, rio, peixe, homem, pedra, mar, sol, lua, vento, fogo, filho, pai e mãe, mulher...!" Pouca coisa na Vida traduz tão claramente o que eu sou e o que sinto...